É praticamente impossível construir relações saudáveis com outras pessoas quando a relação com nós mesmas está fragilizada. O amor próprio não é sobre vaidade ou individualismo — é sobre reconhecer o próprio valor de um jeito que não depende da validação constante de fora.
O que o amor próprio não é
Amor próprio não é ausência de vulnerabilidade, nem estar “bem o tempo todo”. É, na verdade, ter a capacidade de se tratar com gentileza mesmo nos momentos difíceis, de reconhecer limites e de não abrir mão de si mesma em nome da aprovação de alguém.
O reflexo nas relações
Quando o amor próprio está fortalecido, as relações mudam de forma natural: você passa a escolher vínculos que somam, a comunicar necessidades sem medo, e a reconhecer com mais clareza quando um relacionamento (afetivo, familiar ou profissional) deixou de ser saudável para você.
Amor próprio é prática, não estado
Não existe um dia em que “chegamos” ao amor próprio — é uma prática contínua de autoconhecimento, autoaceitação e escolhas conscientes, dia após dia. É exatamente esse caminho que trabalho com quem busca minha mentoria ou psicoterapia: reconstruir, aos poucos, essa relação consigo mesma.
Pronta para começar essa jornada? Conheça as mentorias ou fale comigo diretamente.



